Um ataque derruba a empresa em horas. A conta chega depois.
Sistema sequestrado, base de clientes vazada, e-mail do financeiro clonado. O seguro cyber paga a resposta ao incidente (perícia, recuperação, aviso aos clientes e defesa) em vez de deixar isso tudo no seu caixa.
Em resumo: O Seguro Cyber Empresarial paga a resposta a um ataque digital (perícia, recuperação de sistemas, aviso aos clientes e defesa) em vez de deixar o custo no caixa da empresa. Ele serve para quem guarda dado de cliente, fatura por sistema, paga fornecedor por e-mail ou presta serviço para órgão público, mesmo sem TI própria. Cobre ransomware, vazamento de dados, interrupção de negócios e fraude por engenharia social, e em alguns casos entra também a multa administrativa, quando a lei permite segurar aquela penalidade.
Para que serve o Seguro Cyber?
Ele não impede o ataque. Ele paga a conta e coloca gente especializada trabalhando no dia em que o ataque acontece, que é justamente quando ninguém da empresa sabe o que fazer.
Paga a resposta ao incidente
Perícia forense, recuperação de sistemas e dados, consultoria de crise e o custo de voltar a operar. É a maior parte da conta e a que ninguém provisiona.
Cuida do lado da LGPD
Notificar os titulares, responder à ANPD e defender a empresa nas reclamações e ações que vêm de um vazamento, conforme as coberturas contratadas.
Cobre o que você deixa de faturar
Se o sistema para, a receita para junto. A cobertura de interrupção de negócios repõe o lucro cessante do período parado, respeitando carência e limite da apólice.
Para quem esse seguro faz sentido
A regra prática é simples: se a sua empresa guarda dado de cliente, fatura por sistema ou depende de e-mail para movimentar dinheiro, ela já tem exposição cibernética, mesmo sem TI própria.
O prejuízo de um ataque não é só o resgate.
O resgate é a parte que aparece no noticiário. A conta de verdade é a soma do que vem junto: parar de faturar, contratar perícia às pressas, avisar milhares de clientes, responder à ANPD e se defender das ações. O seguro cyber existe para absorver esse pacote, dentro dos limites e condições da apólice.
Receber proposta!O que cobre e o que não cobre
Poucos corretores mostram a segunda coluna. A gente mostra, porque descobrir o limite da apólice no dia do sinistro é a pior hora possível. Coberturas e exclusões variam por seguradora e pelo que for contratado: a lista abaixo é o padrão de mercado.
Costuma cobrir
- Ransomware e extorsão. Negociação com o criminoso, especialistas de resposta e, em algumas apólices, o próprio pagamento do resgate quando a lei permite e a seguradora autoriza.
- Vazamento de dados. Dados de clientes, funcionários ou parceiros expostos por invasão, erro interno ou falha de fornecedor.
- Custo de resposta ao incidente. A conta emergencial: hora de especialista, contenção, restauração de sistema e de backup, e o apoio jurídico das primeiras 72 horas.
- Perícia forense. Descobrir por onde entraram, o que levaram e produzir o laudo que você vai precisar apresentar ao cliente, à ANPD e ao juiz.
- Notificação de titulares. Avisar as pessoas afetadas, montar central de atendimento e, em algumas apólices, monitorar o CPF delas por um período.
- Defesa e indenização a terceiros. Custos de defesa e acordos nas ações movidas por clientes e parceiros por causa do vazamento.
- Multa administrativa, quando segurável. Parte das apólices cobre multa de autoridade, inclusive ANPD, apenas na medida em que a lei brasileira permitir o seguro daquela penalidade.
- Interrupção de negócios. O lucro que a empresa deixou de ganhar com o sistema parado, depois da carência (contada em horas) e até o limite contratado.
- Fraude por engenharia social. A transferência feita por um funcionário enganado por e-mail ou mensagem falsa. Quase sempre entra como cobertura adicional, com limite menor que o da apólice.
- Gestão de crise e reputação. Assessoria de imprensa e comunicação com clientes para segurar o estrago de imagem.
Não costuma cobrir
- Ato doloso da própria empresa. Fraude ou crime cometido por sócio ou administrador não tem cobertura em seguro nenhum.
- Incidente anterior à apólice. Invasão que já estava acontecendo, ou que a empresa já conhecia, quando contratou. Por isso a proposta pergunta se você já teve incidente.
- Troca e melhoria de equipamento. O seguro repõe a operação, não financia o upgrade do parque de TI que estava sucateado.
- Falha que você sabia e não corrigiu. Vulnerabilidade conhecida, sem correção e sem justificativa costuma virar recusa. Backup e atualização não são detalhe: são condição.
- Queda de energia ou pane geral de internet. Falha de infraestrutura pública normalmente está excluída da interrupção de negócios.
- Perda de valor de mercado. A queda no valor da empresa ou de contratos futuros por causa do episódio não é indenizável.
- Dano físico e lesão corporal. Isso é campo de patrimonial e de responsabilidade civil: o cyber cuida do ativo digital e da responsabilidade sobre dados.
- Guerra e ato de Estado. Ataque atribuído a conflito armado ou a operação de governo é exclusão padrão em praticamente todo o mercado.
Como contratar em 3 passos
Sem formulário eterno e sem visita técnica. Na maioria dos casos, tudo resolvido pelo WhatsApp.
Você conta como a empresa funciona
Faturamento anual, ramo, quantos dados de pessoas a empresa guarda, quais sistemas usa, se tem backup e se já teve incidente. É a conversa que define o risco.
A gente cota em várias seguradoras
Comparamos limites, franquia, carência da interrupção e as coberturas adicionais que mudam o preço. Você recebe as opções lado a lado, com a diferença explicada em português.
Emissão e apólice na mão
Escolhida a proposta, assinatura digital e emissão. Você recebe a apólice e o canal de acionamento: o telefone que a empresa liga no dia do ataque, antes de mexer em qualquer coisa.
Por que escolher a Advanced?
Cyber é o ramo que mais cresce no Brasil e o que a maioria das corretoras pequenas simplesmente não oferece, porque dá trabalho entender. A gente oferece.
Atendimento humano
Do outro lado tem gente de verdade cuidando de você, inclusive na hora de acionar o sinistro.
Agilidade na entrega
Agilizamos a sua proposta para você não perder tempo nem prazo de contrato.
Sem burocracia
Traduzimos a apólice: o que está coberto, qual o limite de cada verba e onde estão as exclusões.
Ainda tem alguma dúvida?
Minha empresa é pequena. Ela é alvo mesmo?
É, e por um motivo simples: o ataque de hoje é automatizado, varre a internet inteira procurando porta aberta e não olha o tamanho do CNPJ. Empresa pequena entra na conta do criminoso justamente porque costuma ter menos proteção e paga mais rápido para voltar a operar. O seguro existe porque o porte não protege ninguém.
O seguro paga a multa da LGPD?
Depende da apólice e da penalidade. Algumas apólices têm cobertura para multa administrativa, mas só vale na medida em que a lei brasileira admita segurar aquela penalidade específica, e há discussão jurídica sobre isso. O que é seguro afirmar: as despesas do processo (perícia, comunicação à ANPD, notificação dos titulares e defesa) são o coração da cobertura. Nós te mostramos exatamente o que a apólice escolhida diz sobre multa antes de você assinar.
Se meu sistema é na nuvem, o risco não é do fornecedor?
O contrato com o provedor limita bastante o que ele te devolve, e perante o seu cliente e a ANPD quem responde pelo dado é a sua empresa, como controladora. Na prática, um incidente no fornecedor vira problema seu. Boa parte das apólices cyber cobre justamente o incidente originado em prestador de serviço. Vale confirmar isso cobertura por cobertura.
Quanto custa e como o preço é calculado?
Não existe tabela fixa. O prêmio varia conforme a análise de risco: faturamento, ramo de atividade, volume e sensibilidade dos dados guardados, limite de indenização escolhido, franquia e o nível de controles que a empresa já tem, como backup testado, autenticação em dois fatores, antivírus corporativo. Duas empresas do mesmo tamanho podem pagar valores bem diferentes por causa disso. Cotamos em várias seguradoras e te mostramos as faixas.
O que a seguradora vai perguntar antes de aceitar?
Basicamente: você tem backup e ele é testado? Usa autenticação em dois fatores no e-mail e nos acessos remotos? Quantos registros de pessoas guarda? Já teve incidente nos últimos anos? Responder com sinceridade é essencial: informação errada na proposta é o caminho mais curto para uma negativa de sinistro depois.
Já sofri um ataque. Ainda dá para contratar?
Dá, com mais análise. A seguradora vai querer entender o que aconteceu, o que foi corrigido e pode aplicar exclusão para aquele evento específico ou franquia maior. O que não existe é contratar com o incidente em andamento: apólice nova não cobre problema que já começou.
Quais documentos preciso mandar?
Dados da empresa, faturamento e um questionário curto sobre a estrutura de tecnologia e os dados que vocês tratam. A gente te passa a lista certinha e ajuda a preencher pelo WhatsApp.
Vamos proteger a sua operação?
Fale agora com a gente. Resposta em minutos.
💬 Receber proposta no WhatsApp