Sistema sequestrado, base de clientes vazada, e-mail do financeiro clonado. O seguro cyber paga a resposta ao incidente — perícia, recuperação, aviso aos clientes e defesa — em vez de deixar isso tudo no seu caixa.
Ele não impede o ataque. Ele paga a conta e coloca gente especializada trabalhando no dia em que o ataque acontece — que é justamente quando ninguém da empresa sabe o que fazer.
Perícia forense, recuperação de sistemas e dados, consultoria de crise e o custo de voltar a operar. É a maior parte da conta e a que ninguém provisiona.
Notificar os titulares, responder à ANPD e defender a empresa nas reclamações e ações que vêm de um vazamento — conforme as coberturas contratadas.
Se o sistema para, a receita para junto. A cobertura de interrupção de negócios repõe o lucro cessante do período parado, respeitando carência e limite da apólice.
A regra prática é simples: se a sua empresa guarda dado de cliente, fatura por sistema ou depende de e-mail para movimentar dinheiro, ela já tem exposição cibernética — mesmo sem TI própria.
O resgate é a parte que aparece no noticiário. A conta de verdade é a soma do que vem junto: parar de faturar, contratar perícia às pressas, avisar milhares de clientes, responder à ANPD e se defender das ações. O seguro cyber existe para absorver esse pacote, dentro dos limites e condições da apólice.
Receber proposta!Poucos corretores mostram a segunda coluna. A gente mostra, porque descobrir o limite da apólice no dia do sinistro é a pior hora possível. Coberturas e exclusões variam por seguradora e pelo que for contratado — a lista abaixo é o padrão de mercado.
Sem formulário eterno e sem visita técnica. Na maioria dos casos, tudo resolvido pelo WhatsApp.
Faturamento anual, ramo, quantos dados de pessoas a empresa guarda, quais sistemas usa, se tem backup e se já teve incidente. É a conversa que define o risco.
Comparamos limites, franquia, carência da interrupção e as coberturas adicionais que mudam o preço. Você recebe as opções lado a lado, com a diferença explicada em português.
Escolhida a proposta, assinatura digital e emissão. Você recebe a apólice e o canal de acionamento — o telefone que a empresa liga no dia do ataque, antes de mexer em qualquer coisa.
Cyber é o ramo que mais cresce no Brasil e o que a maioria das corretoras pequenas simplesmente não oferece — porque dá trabalho entender. A gente oferece.
Do outro lado tem gente de verdade cuidando de você — inclusive na hora de acionar o sinistro.
Agilizamos a sua proposta para você não perder tempo nem prazo de contrato.
Traduzimos a apólice: o que está coberto, qual o limite de cada verba e onde estão as exclusões.
É, e por um motivo simples: o ataque de hoje é automatizado, varre a internet inteira procurando porta aberta e não olha o tamanho do CNPJ. Empresa pequena entra na conta do criminoso justamente porque costuma ter menos proteção e paga mais rápido para voltar a operar. O seguro existe porque o porte não protege ninguém.
Depende da apólice e da penalidade. Algumas apólices têm cobertura para multa administrativa, mas só vale na medida em que a lei brasileira admita segurar aquela penalidade específica — e há discussão jurídica sobre isso. O que é seguro afirmar: as despesas do processo (perícia, comunicação à ANPD, notificação dos titulares e defesa) são o coração da cobertura. Nós te mostramos exatamente o que a apólice escolhida diz sobre multa antes de você assinar.
O contrato com o provedor limita bastante o que ele te devolve, e perante o seu cliente e a ANPD quem responde pelo dado é a sua empresa, como controladora. Na prática, um incidente no fornecedor vira problema seu. Boa parte das apólices cyber cobre justamente o incidente originado em prestador de serviço — vale confirmar isso cobertura por cobertura.
Não existe tabela fixa. O prêmio varia conforme a análise de risco: faturamento, ramo de atividade, volume e sensibilidade dos dados guardados, limite de indenização escolhido, franquia e o nível de controles que a empresa já tem — backup testado, autenticação em dois fatores, antivírus corporativo. Duas empresas do mesmo tamanho podem pagar valores bem diferentes por causa disso. Cotamos em várias seguradoras e te mostramos as faixas.
Basicamente: você tem backup e ele é testado? Usa autenticação em dois fatores no e-mail e nos acessos remotos? Quantos registros de pessoas guarda? Já teve incidente nos últimos anos? Responder com sinceridade é essencial — informação errada na proposta é o caminho mais curto para uma negativa de sinistro depois.
Dá, com mais análise. A seguradora vai querer entender o que aconteceu, o que foi corrigido e pode aplicar exclusão para aquele evento específico ou franquia maior. O que não existe é contratar com o incidente em andamento — apólice nova não cobre problema que já começou.
Dados da empresa, faturamento e um questionário curto sobre a estrutura de tecnologia e os dados que vocês tratam. A gente te passa a lista certinha e ajuda a preencher pelo WhatsApp.
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