O fogo não avisa. Sua empresa reabre na semana seguinte.
Incêndio, raio, curto-circuito, temporal ou arrombamento: o seguro patrimonial paga o conserto do imóvel, das máquinas e do estoque para o negócio voltar a faturar. A maioria dos empresários só descobre a franquia e o limite da apólice no dia do sinistro. Nosso trabalho é acertar isso antes.
Em resumo: o seguro patrimonial empresarial (também chamado de seguro empresarial ou compreensivo empresarial) protege o imóvel (próprio ou alugado) de lojas, galpões, indústrias, escritórios, clínicas e condomínios, cobrindo prédio, benfeitorias, móveis, máquinas, computadores e estoque. A cobertura básica é incêndio, raio e explosão, somada a adicionais como danos elétricos, roubo e furto qualificado, vendaval e quebra de vidros. Locador, banco, shopping e órgão público costumam exigir a apólice vigente para manter o contrato de aluguel ou o financiamento.
Para que serve o Seguro Patrimonial Empresarial?
É a apólice que protege o lugar onde a sua empresa funciona e tudo que existe dentro dele: prédio, benfeitorias, móveis, máquinas, computadores e estoque. Também é chamada de seguro empresarial ou compreensivo empresarial.
Recompõe o que queimou
Incêndio, raio e explosão são a cobertura básica de praticamente toda apólice: é ela que sustenta o restante. Sem básica não existe adicional.
Paga o prejuízo do estoque
Mercadoria perdida em roubo qualificado, alagamento ou queda de raio é o que costuma doer mais no caixa, e é justamente o que mais gente esquece de segurar direito.
Mantém o contrato de pé
Locador, banco, shopping e órgão público costumam exigir apólice patrimonial vigente. Sem ela, o contrato de aluguel ou o financiamento trava.
Para quem é este seguro
Se a sua empresa ocupa um endereço físico e tem coisa dentro dele, ela precisa disso. O imóvel pode ser próprio ou alugado.
Lojas e comércio
Vitrine, estoque na loja e no depósito, ar-condicionado, caixa e equipamentos. Aqui roubo, quebra de vidro e danos elétricos pesam mais que incêndio.
Galpões e indústrias
Prédio, maquinário, matéria-prima e produto acabado. Cobertura mais técnica: a seguradora olha telhado, brigada, hidrantes e o tipo de material estocado.
Escritórios e clínicas
Móveis, computadores, servidores, aparelhos e benfeitorias que você fez na sala alugada. Danos elétricos e equipamentos costumam ser o coração da apólice.
Condomínios e prestadores
Áreas comuns, elevador, portaria e a estrutura que sustenta a operação. Prestadores de serviço com sede fixa também entram nesse mesmo desenho.
Um sinistro não pode fechar a sua empresa.
A apólice patrimonial se monta como um pacote: uma cobertura básica obrigatória (normalmente incêndio, raio e explosão) e as adicionais que você escolhe conforme o risco real do seu endereço. Você não paga pelo que não usa, mas também não descobre buraco no dia do prejuízo.
Montar minha coberturaO que cobre e o que não cobre
Preferimos dizer isto agora, na página, do que você descobrir depois do sinistro. A lista muda de seguradora para seguradora e vale sempre o que está escrito nas condições da sua apólice.
Coberturas que costumamos montar
Cada uma tem limite (LMI) e franquia próprios, definidos na contratação.
- Incêndio, queda de raio e explosão. A base do contrato: reconstrução do imóvel e reposição do conteúdo atingido.
- Danos elétricos. Queima de motor, quadro, servidor, câmara fria ou máquina por variação de tensão e curto-circuito. A campeã de aviso no Brasil.
- Vendaval, granizo, fumaça e impacto de veículos. Telhado arrancado, fachada, toldo e o estrago da chuva que entra depois.
- Roubo e furto qualificado de bens e mercadorias. Exige vestígio de arrombamento ou grave ameaça: furto simples, sem sinal de invasão, quase nunca entra.
- Quebra de vidros, espelhos, mármores e letreiros. Barata e muito usada por quem tem vitrine na rua.
- Perda de aluguel ou aluguel provisório. Paga o aluguel do imóvel inutilizado, ou o de um ponto temporário, por um número de meses definido na apólice.
- Responsabilidade civil operações. Cobertura adicional para o dano que a sua atividade causa a terceiros: o cliente que escorrega, a marquise que cai no carro do vizinho.
- Equipamentos e assistência 24h. Chaveiro, vidraceiro, encanador e vigia após o sinistro. Serviço, não indenização, mas é o que segura a operação nas primeiras horas.
O que normalmente fica de fora
Ninguém gosta de falar disso. É exatamente por isso que a gente fala.
- Desgaste, ferrugem, cupim e falta de manutenção. Seguro cobre acidente súbito, não o envelhecimento do bem nem o conserto adiado.
- Infiltração, goteira e vazamento lento. A água que entra pela laje há meses é manutenção; a que entra porque o vendaval levou o telhado é sinistro.
- Furto simples e sumiço de estoque. Sem arrombamento comprovado, a seguradora nega. Desvio interno só entra em cobertura específica de fidelidade.
- Dinheiro, joias, obras de arte e documentos. Bens de alto valor exigem verba e declaração à parte: não estão no conteúdo comum.
- Veículos, cargas em trânsito e bens de terceiros. Cada um tem seguro próprio: frota, transporte, RC guarda de veículos.
- Obra e reforma estrutural em andamento. Isso é Riscos de Engenharia, e a apólice patrimonial pode até suspender a cobertura durante a obra.
- Lucro que deixou de entrar. Só com a cobertura de lucros cessantes contratada; a apólice básica repõe o bem, não o faturamento parado.
- Ato doloso e informação errada na proposta. Atividade declarada diferente da real é o motivo mais banal de recusa que a gente vê.
O erro que mais custa caro: o subseguro
Muita gente segura o galpão por menos do que ele vale para pagar prêmio menor. Parece esperto até o dia do sinistro: se o valor em risco declarado for menor que o valor real dos bens, a apólice pode aplicar a cláusula de rateio e pagar a indenização na mesma proporção, inclusive em prejuízo parcial, que é a esmagadora maioria dos casos.
Números apenas para ilustrar a conta do rateio: não são preço nem promessa de indenização. A aplicação depende das condições da apólice e da análise da seguradora.
O caminho contrário também é jogar dinheiro fora: segurar por mais do que vale não aumenta indenização nenhuma, porque o seguro repõe o bem, não enriquece o segurado. Por isso a conversa começa com o levantamento honesto do que existe no endereço.
Franquia e limite: os dois números que decidem tudo
O LMI (limite máximo de indenização) é o teto que aquela cobertura paga. Cada uma tem o seu. A franquia é a parte que fica com você em cada sinistro: em danos elétricos e roubo ela costuma ser expressa como um percentual do prejuízo com um valor mínimo, e é comum ela engolir os avisos pequenos por inteiro. Um LMI alto com franquia alta pode ser inútil para a sua realidade, e um LMI baixo com prêmio barato é subseguro disfarçado.
Esse ajuste é o serviço da corretora, e é aqui que a Advanced ganha o seu dinheiro. Percentuais, franquias e prêmio variam conforme a análise de risco de cada seguradora: atividade, construção do imóvel, proteção contra incêndio, histórico de sinistros e localização.
Veja como é simples contratar
Do primeiro contato à apólice na mão, sem burocracia.
Conte o endereço e o que tem dentro
Atividade da empresa, se o imóvel é próprio ou alugado, metragem, tipo de construção e uma estimativa do valor de máquinas e estoque. Fotos pelo WhatsApp ajudam e aceleram.
Comparamos e ajustamos
Cotamos nas seguradoras parceiras e voltamos com as opções lado a lado, mostrando coberturas, LMIs e franquias, não só o preço final, que sozinho engana.
Emissão e apólice na mão
Você aprova, a seguradora analisa e emite. Depois seguimos com você na renovação e, se acontecer o pior, no aviso e no acompanhamento do sinistro.
Por que escolher a Advanced?
Atendimento humano
Do outro lado tem gente de verdade cuidando do seu negócio, inclusive na hora do sinistro, que é quando corretora some.
Agilidade na entrega
Agilizamos a sua proposta para você não perder prazo de contrato, de aluguel nem de financiamento.
Sem burocracia
A gente traduz as condições da apólice e negocia por você, em português de gente.
Ainda tem alguma dúvida?
Meu imóvel é alugado. Ainda preciso de seguro patrimonial?
Precisa, e por dois motivos. O seguro do prédio, quando existe, é do proprietário e cobre a estrutura. Não cobre o seu estoque, suas máquinas, seus computadores nem as benfeitorias que você fez na sala. E muito contrato de locação exige que o inquilino mantenha uma apólice vigente. Nesse caso a gente segura o conteúdo e, se o contrato pedir, também o prédio.
Quanto custa o seguro empresarial?
Não existe preço de tabela. O prêmio varia conforme a análise de risco: atividade da empresa, tipo de construção, valor dos bens, proteções contra incêndio e roubo, localização, histórico de sinistros e as coberturas que você escolher. Cotamos nas seguradoras parceiras e mostramos as opções lado a lado, com as diferenças de cobertura explicadas, não apenas o número final.
Como sei por quanto devo segurar minha empresa?
Pelo valor de reposição: quanto custaria hoje refazer a construção e recomprar máquinas e estoque, não quanto você pagou anos atrás. Segurar por menos ativa a cláusula de rateio e a indenização sai proporcional; segurar por mais só aumenta o prêmio, porque o seguro repõe o bem e não gera lucro. Esse levantamento faz parte do nosso trabalho, junto com você.
Danos elétricos é a mesma coisa que incêndio?
Não. Incêndio cobre o fogo e o que ele destrói. Danos elétricos é a cobertura adicional para o equipamento que queima por curto-circuito ou variação de tensão sem que haja fogo: motor, servidor, quadro, câmara fria. É o aviso mais comum no dia a dia, tem LMI e franquia próprios e frequentemente não vem contratado. Vale conferir na sua apólice atual.
Se a empresa parar depois do sinistro, o seguro paga o faturamento perdido?
Só se você tiver contratado a cobertura de lucros cessantes: a apólice básica repõe o bem danificado, não o dinheiro que deixou de entrar enquanto a operação estava parada. Existe também a cobertura de aluguel provisório, para bancar um ponto temporário. Ambas são adicionais e sujeitas às condições da apólice; a gente avalia se fazem sentido para o seu caso.
Quais documentos preciso para cotar?
Cartão CNPJ, endereço do local, descrição da atividade, metragem e tipo de construção, relação aproximada dos bens (máquinas, equipamentos, estoque) e as proteções existentes, como extintores, alarme e câmeras. Fotos do local ajudam bastante. Passamos a lista certinha pelo WhatsApp.
Vamos proteger a sua empresa?
Mande o endereço e a atividade pelo WhatsApp. A gente responde em minutos, sem compromisso.
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